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Avenida Paulista tem dia de manifestações de diversas categorias profissionais

Por admin | 04 jul 2013

Uma manifestação organizada por sindicatos e movimentos sociais percorreu na quarta-feira, 3, várias ruas da capital paulista e terminou em frente ao escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista. Os manifestantes, que saíram com bandeiras e o apoio de um carro de som da Praça Oswaldo Cruz fizeram duas paradas no trajeto: em frente à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e ao prédio do Banco Central. O grupo pedia melhorias nas áreas de educação, saúde e transporte. Participaram do ato o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e o MPL (Movimento Passe Livre).\r\n\r\nDe acordo com o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres, a manifestação dos movimentos sociais foi para pedir soluções imediatas para problemas concretos da sociedade. “Na minha opinião, o que a população quer é solução real e já. A reforma política não é o centro do debate”, disse em referência às propostas apresentadas pela presidenta da República, Dilma Rousseff, em resposta à recente onda de manifestações no país.\r\n\r\nEle cobrou a priorização, nas grandes cidades, do modelo metroviário e ferroviário, em detrimento do rodoviário individual. “O pacote apresentado pela Presidência não atende às necessidades do setor”, completou.\r\n\r\nA Avenida Paulista também foi usada por um grupo de médico que, em passeata, protestava contra a contratação de colegas estrangeiros. O Ministério da Saúde pretende trazer profissionais de outros países para suprir a carência de médicos nas periferias e em pequenas cidades do interior do Brasil.\r\n\r\nCom a avenida fechada nos dois sentidos, um grupo de deficientes auditivos reivindicava medidas de inclusão. Ainda na Paulista, profissionais de saúde fizeram uma manifestação contra o Ato Médico (Projeto de Lei 268/02) que torna exclusividade de médicos atribuições que hoje são desenvolvidas por outras profissões.\r\n\r\nFonte: Agência Brasil

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #10

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